segunda-feira, 27 de novembro de 2006

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE FLÁVIO ANDRADE

A quarta sessão do Quintas mói a Ler desta vez contou com o poeta popular do Pinhal Novo, Leafar Otsugua. Foi uma noite bastante animada e eclética com performances de berbequim à mistura e poesias à queima-roupa. Esta 4ª sessão experimental pautou-se por uma maior participação dos habituais desta casa.


É já no próximo dia 30, quinta-feira que será inaugurada uma exposição de fotografia de Flávio Andrade, Esta exposição conta com trabalhos que representam uma retrospectiva da sua carreira como fotógrafo. Aliada a esta inauguração os inteiros farão uma interpretação performativa dos trabalhos expostos assim como muita poesia à mistura com os malucos do costume e todos os que queiram também brincar com as palavras. Para aqueles que gostam de apreciar fotografia e participar na palavra dita, estão desde já convidados.
Entretanto visite o site de Flávio Andrade por aqui:

domingo, 19 de novembro de 2006

quintas a ler

Na quinta-feira houve mais uma vez uma verdadeira sessão experimental de poesia no espaço do Sol mói. Desta vez aconteceu com muita alma e brinquedos à mistura, para não falar da efectiva presença dum bom vinho. Foram ditos textos de autores como Fernando Pessoa; Frank Zappa, Mário Henrique Leiria; Manuel Maria de Sousa (um poeta popular do Pinhal Novo), e textos inéditos de quem os dizia em voz alta. Por fim, houve mais uma sessão de palavras à queima-roupa, desta vez em duo e em trio numa pequena encenação improvisada. As quintas estão em alta!

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

A poesia mói a palavra

Amanhã, 5ª feira, haverá mais uma sessão experimental de palavras ditas em voz alta com fragmentos de encenação e instalações impensamentais. O grupo dos Inteiros, pela 3ª vez vai pôr a língua portuguesa numa centrifugadora e dizer impensamentos de altas calorias. A sessão estará aberta à participação de todos os frequentadores do bar que gostem de poesia, prosa e afins.

Para abrir o apetite, aqui vai o segundo poema, este de autor desconhecido, dedicado à mais abjecta das ministras que governo português alguma vez pariu.

“Adivinha”

Baixa, de olhos ruins, amarelenta,
Usando só de raiva e de impostura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Um mar de fel, malvada e quezilenta;

Arzinho confrangido que atormenta,
Sempre infeliz e de má catadura,
Mui perto de perder a compostura,
É cruel, mentirosa e rabugenta.

Rosto fechado, o gesto de fuinha,
Voz de lamento e ar de coitadinha,
Com pinta de raposa assustadinha,
É só veneno, a ditadorazinha.

Se não sabes que é, dou-te uma pista:
Prepotente, mui gélida e sinistra,
Amarga, matreira e intriguista,
Abusa do poder… e é ministra.



Nestas noites a música que se ouve é muito alternativa, independente, vinda dos mais inóspitos recantos do mundo.

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

2ª sessão experimental

Hoje, quinta feira, chegámos à 2ª sessão experimental de poesias e palavreados em voz alta. Para além de algumas quadras de poetas populares do Pinhal Novo e outros textos escolhidos nos livros por ali aos trambulhões, houve também textos originais. O impensamentalismo, como mote energético para espantar cérebros formatados, sob projecção de imagens associadas, teve mais uma vez o seu lugar de destaque nesta sessão. Houve também uma maior participação por parte da freguesia que apanhou de surpresa a poesia a entrar pelos tímpanos cá dentro deste estabelecimento de artigos de carácter líquido. Mais uma vez o Sol mói, ofereceu o vinho aos poetas para se manterem em alta.

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Poesia a remoer

Nesta primeira quinta feira tinha de acontecer o inevitável: a 1ª noite de poesia experimental aqui nos auspícios d’O Sol mói O Pai. À semelhança do "Quintas a Ler" que se fazia no PIA, e depois em privado já nesta casa, deu-se neste dia o início à terceira série de noites palavreadas em voz alta. Contou com os habituais e com muitos textos impensamentais à mistura e poesias à queima-roupa. O Sol mói, ofereceu o vinho aos poetas como meio de propulsão das virgulas, páginas e parágrafos subentendidos.