domingo, 31 de dezembro de 2006

festas semi-cerradas

Apesar de ter estado aberto na noite de Natal, excepcionalmente à porte fechada com um excelente ambiente entre amigos e habituais, a gerência decidiu fechar na noite de ano novo. As razões são mais que sabidas: evitar chatisses com cromossomas fora de prazo que não estão bem em lado nenhum e querem pregar secas aos mais distraidos. Assim, O Sol mói o PAI deseja a todos os clientes e amigos uma excelente noite de passagem de ano e um próspero ano novo. Até já.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Dia- 21 de Dezembro a oitava sessão poética no Sol mói

A oitava sessão experimental de poesias e coisas ditas foi, mais uma vez, diferente das outras. Desta vez teve momentos cantados e novas experiências de dizer caóticas impensamentais. Por outro lado foram lidos momentos de textos de Charles Duchaussois, especialmente escolhidos para esta época da Nata do Cinismo ou seja, Natalo-cínica.
As quintas a ler aqui no Sol mói o PAI são mesmo uma pedrada no charco nas noites de Pinhal Novo, por isso está em projecto uma edição de um livro de poesias ditas aqui no Sol mói. Quem quiser trazer inéditos e dizê-los neste espaço arrisca-se a entrar para o livro e ficar mais famoso que o Papa… depois não se venham queixar e afogar as mágoas em vodka, eh eh eh!

K!m Pr!su, o artista, a ler em voz alta um texto francês só para provar as virtudes desta língua. Infelizmente a Aleksandra não esteve presente para nos presentear com um poema polaco.
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Espinalmedula a encenar um texto impensamental que trata a caótica do nascimento de Gonçalo (uma quase pessoa de retrato quase possível).
Ele aqui a encenar uma vertiginosa ocorrência.
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Um participante assíduo, aqui com um ar muito gótico.
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Espinalmedula e dizer uma espécie de impensamental e o Rui, lá ao fundo, muito compenetrado com os efeitos do impensamentalismo.
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Esta sessão experimental de coisas a ler teve a presença e a voz do Eloy.
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terça-feira, 12 de dezembro de 2006

A persistência dos poetas

Na passada quinta-feira aconteceu mais uma noite experimental de poesia, desta vez com a surpreendente persistência dos poetas, perante a enchente que se previa devido à véspera de feriado. Salienta-se a excelente interpretação de Rui Guerreiro quando disse os poemas de Almada Negreiros e António Boto… como este:

Inédito
Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
Lavadinho , todo nu, gosto! Sem ter pentelho nenhum
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos. Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim... gosto!




Eh eh eh!!!
Dos textos impensamentais foi dito o:

“Gonçalo saiu da boca para dentro do lanche”
Um saco ventral, ainda sem título, chama palpites de margarina barrada em rocambolesco. Gonçalo vai longo dentro de sucos cavados e saiu da boca pelo mais tardio que até o peristáltico martela em salivas macambúzias. Deslizado pela rebordo de harmonizativos da azia mas não esperou Sugus. Em novo estado e, sem mais conversa, investe logo ali em voz zagaia:- Quero ao goto, certos timbres do rebordo da tarde com elas, se faz favor!O empregado serve afinidades de tabuleiro armado a responder que só existe se for torrada em certas condições. Tudo é lanchado e Gonçalo masca de vez, resquícios de chá generalizado no tranquilo e basta.O saco ventral finalmente quer-se desejado ao rim, mas o lanche ocupa trocos de mordesse palito.
E o prisma não muda nada no guardanapo até ao jantar.

(in “Enciclopédia”)
Pois é!... O impensamentalismo continua a ser extremamente difícil de o dizer, sendo aqui mais fácil de ler, no entanto há que insistir em novas experiências performativas.
Qunta feira, dia 14, há mais, quem gosta de brincar com as palavras está convidado, aproveitando para apreciar a exposição de fotografia de Flávio Andrade.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

O jovem poeta em acção.


É sempre um momento alto quando ouvimos Leafar Otesugua, o jovem poeta popular do Pinhal Novo.
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Intervalo

Nos intervalos da poesia dita, um convívio bem espirituoso entre Impoetas.
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Vernissage poética

Uma paisagem do lugar do Sol mói o Pai, num momento de homenagem a Mário Cesariny.
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Performance IV

K!m Pr!su, o foto-operário, a mexer-se com quem alumia as ideias, António Xavier.
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Performance III


Foto performance.
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Performance II


António Xavier e K!m Pr!su a meterem-se com as obras expostas em risco de incandescência.

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Performance I



O pensamento e a técnica, pela primeira vez na história, atados com fita cola. Muitas civilizações já o tinham experimentado sem sucesso, mas no Sol mói resultou com grande dinâmica em frente aos trabalhos de Flávio Andrade.

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terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Inauguração da exposição de fotografia

A inauguração da exposição de fotografias de Flávio Andrade pautou-se com uma grande noite de Sol mói, repleta de gente alumiada. A exposição conta com 15 trabalhos que traçam uma diagonal na carreira deste fotógrafo. Conforme o esperado, os Inteiros meteram-se nesta vernissage com uma performance de improviso sob o título “Fotosíntese; fotomontagem; fotomatom; fotograma; fotoestilo; fotométrica; fotómetro; fotogatilho; fotovelho; fototudo; fotobatata; fotopontapé; fotocabeça; fotonada; fotografia” envolvendo os trabalhos expostos em toda a fotoconfusão. Após a actuação vieram os momentos de poesia que, apesar da casa cheia, se fez ouvir nas vozes do “jovem” poeta popular do Pinhal Novo, Leafar Otsugua, António Xavier, o próprio Flávio Andrade, Maló, Maresia, K!m Pr!su e espinalMedula, entre outros. Esta noite memorável marca o início das grandes noites artísticas aqui no Sol mói o Pai.
A Exposição está patente até finais deste mês, para quem quiser apreciar fotografia e beber uma espirituosa já sabe onde é.
(As fotos do evento estão para chegar)