quarta-feira, 25 de abril de 2007

A4 band de volta ao Sol


É já este Sábado que os A4 irão dar mais um concerto de jazz cantado.
Um espactáculo a não perder.
(A entrada mói dois Euro por personalidade)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Uma enxorrada de notícias recentes

No dia 13 de Abril, Sexta, deu-se a 23ª parte de um casamento, com os noivos à mistura e tudo. O acontecimento surpresa teve características de Bardoada (não pensem que andaram aqui à bordoada!) e por isso umas cantorias de última hora. A vigésima quarta parte deste casamento subdivide-se em A e B. A parte A é a cabeça enresinada dos convivas, a parte B pertence aos noivos e isso ninguém imagina.


Imagem da capa do CD do casamento.



Imagem da contracapa!





No dia 14, Sábado pela madrugada fora, foi instalada mais uma exposição, desta vez com peças produzidas a partir de cactos. As esculturas, feitas de cactos e outros materiais, estão expostas em suspensão dando-lhe uma aparência extraordinária no espaço. Os trabalhos são de autoria de Luís Sobral e a mostra intitula-se “Coisa alguma”.




Fosses tu...


Catarse

Infraternato

Tragos insúfio


No dia 18, Quarta feira, Nélia Viana veio ao Sol tocar Vivaldi.
Ainda que a artista não tivesse bem de saúde, veio ao Sol mói honrar o seu compromisso, tocando o concerto de Vivaldi em flauta transversal. Após uma breve apresentação da vida e obra do compositor italiano e, em particular, da obra “As quatro estações”, Nélia acompanhou com perfeição com flauta as quatro partituras ao som de piano que se ouvia nas salas. Foi o primeiro momento clássico nesta casa, portanto, uma boa estreia.



No dia 19, Quinta-feira, deu-se a 25ª experiência poética.
Os assíduos nesta sessão experimental de quintas a ler esteve com uma potência que Camões quase se levantou da campa. Eis as imagens de Pedro Roque, que agora anda destemido.

O arranque da sessão numa experiência poética Poetessa/Maresia


espinalMedula com um impensamental "Pateadas por duas, mascaraste-me porquê?"

Cristina a oferecer um poema atrás do vidro.

Uma nota final com um improviso dos Inteiros agora com a Inteira Cristina ao barulho.


O secretário no início da acta "O castigo tem de continuar"


No dia 21, Sábado, vieram cá os “Espírito Nativo” apresentando um excelente espectáculo. A turma dos mais assíduos do Sol ficou agarrada à voz de Jacqueline, à guitarra de Rui e à enorme versatilidade instrumental de Pumacayo que, durante mais de duas horas, nos deram belos momentos musicais. As fotos devem estar a chegar.

domingo, 15 de abril de 2007

Sábado com Espírito Nativo


Depois duma actuação no grande auditório dos Bombeiros do Pinhal Novo, muita gente ficou com àgua na boca para voltar a ver e ouvir este trio de música do mundo. Após diversos comentários muito sugestivos, acabaram por convencer a gerência do Sol mói o PAI a convidar estes músicos a actuar no nosso espaço. Assim, no próximo Sábado, dia 21, o Sol mói terá a honra de os receber.
O espectáculo será pelas 23:00h e a entrada moerá dois euritos.
No entanto já na Quarta-feira não percam a actuação de Nélia Viana (a entrada não mói euro nenhum!!!)


Para saber mais sobre os Espírito Nativo sigam esta ligação.

sábado, 14 de abril de 2007

Quinta a ler espirituosa

A vigésimazézima quarta experiência poética no Sol, foi talvez a mais espirituosa de sempre com a “tribo” quase toda, faltando (dos mais calcinados), o saudoso Flankus e a hiper-tranquila La Poetessa, por diferentes razões. Saudações para eles. Talvez esta clima se deva ao facto do Rafael Augusto (o Leafar) tivesse feito os seus "48" anos (ao contrário). Parabéns ao Rafael.
Bem!.. Sem mais conversas, o Pedro Roque premiu o obturador mais de cem vezes, o que quer dizer que… excedeu-se nas fotos! Eis aqui algumas delas que valem por mil palavras… OK!.. Mil não digo, mas práí umas novecentas palavras é garantido.

Rafael num passo de dança poética.

Sempre de parabéns.

Xavier com Cezariny

Tânia com o "Principezinho"

Joaquim sempre com boas escolhas e um geito muito próprio.

O Maló na campanha "O Amor és tu que Passas"

A mão no xaile do púlpito (só quem toca é quem lê).

Maresia numa das suas poesias urbano-quotidianas.

espinalMedula em performance num impensamental "errados do frio"

Inteiros em poética silênciosa

De novo os inteiros em poética silenciosa mas inquieta

Inteiros no crepúsculo atado às pernas, lendo (K!m Pr!su desata)

A Marina, secretária (à esquerda ajudada subitamente por K!m e David).
A mão de alguém para Al Berto sobre "O Medo"A Tribo (como disse a Cristina), em plena poseia de silêncios e gestos.
Cristina a dizer um original

David (o tal que expôs já sua pintura no SOL) a dizer coisas que nunca diz... mas está sempre entre nós.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Concerto de Nélia Viana

Nélia Viana vai apresentar um concerto de 1720, "As Quatro Estações" do Veneziano, António Vivaldi. Embora esta obra tenha sido feita para violino, Nélia Viana vai interpretá-la em flauta transversal, com acompanhamento ao piano (o piano ouvir-se-á no sistema sonoro da casa). O concerto, com alguns comentários, será aqui na nossa cortena próxima Quarta-feira, dia 18 de Abril de 2007 e durará cerca de uma hora com um intervalo algures pelo meio das estações do ano.
Antonio Lucio Vivaldi

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Flow em concerto


Perante uma casa cheia, o concerto dos Flow foi uma verdadeira lição de jazz, coisa que muita gente nos dias de hoje não está lá muito virada, mas que o pessoal divergente do Sol mói aprecia e agradece. O trio apresentou um vasto repertório em formato instrumental, variando entre covers reinterpretados e originais, tudo com grande arrojo técnico. O espectáculo, com quase três horas, contou com dois ancores porque o público não arredava pé. Como referiu Sérgio Caldeira (o baterista), noutros bares por onde o tem tocado não é costume um público deste nível, tão atento e participativo, pelo que, prometeu que na próxima actuação a 2 de Junho, proporcionará uma maior interacção com a plateia. Esperamos que o tempo flua para ouvir de novo os Flow.

sábado, 7 de abril de 2007

Poesia 23 à beira de todos os santos

Na 23ª sessão experimental de poesias, fantasias e outras manias, teve a casa bem composta (talvez por ser véspera de feriado) e grandes momentos e textos bem escolhidos. Há a lembrar a abertura com o duo Xavier/Rafael, apresentação do energético e jovem marinheiro, Rafael Rodrigues; a excelente pujança de Marina a ler dois poemas de sua autoria (mais uma revelação entre os nossos habituais), e também a surpreendente… a excelente cantora Andreia que cantou dois poemas em fado, de tal maneira que deixou toda a gente sem respiração. No fundo toda a gente esteve bem menos os "fotógrafos" de serviço que sentiram a falta de Pedro Roque.
A acta esteve a cargo do António Xavier que, com a colaboração de mais uma série de mãos irrequietas, resultou uma obra de arte da espécie “abstracto-literário”, agora com a técnica do sfumato.

Rafael, caracterizado de marinheiro (com a boia e tudo) a ler o poema de sua autoria "Águas correntes e águas engarrafadas" que fala dos rios de Portugal e da águas engarrafadas.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Concerto Flow no Sol já este Sábado

Mais uma vez, no palco do SOl mói, vai-se dar um concerto de jazz sob o comando do trio "Flow" que conta com uma bateria, piano e baixo.

Na procura de uma ligação entre ambientes aparentemente tão díspares como o Funk, o Swing, a Bossa Nova, o Afro, o Samba e o Latino, resulta uma comunhão de sonoridades que se unem numa estética coesa assente na dinâmica, espontaneidade, diálogo e intensidade.

Do encontro destes três músicos, com uma formação e experiência em variadíssimas correntes musicais que vão da Música Clássica ao Jazz, passando por outras vertentes de música improvisada, assim como expressões da Música Étnica, não se poderá esperar menos do que momentos intensos de pulsar orgânico, onde a melodia nasce, brota,
flúi !


Piano: Nuno Tavares

Baixo: Ivo Nogueira

Bateria: Sérgio Caldeira

Quintas a reler

Na última Quinta-feira de Março, deu-se mais um encontro espiritual de poesias e coisas ditas. A sessão contou com os poetas e poetisas do costume e mais alguns, com um cenário minimal duma porta e seu postigo, por onde saíam as caras e as vozes. Eis algumas fotos tiradas ora pelo Flankus ora pelo Pedro Roque.

espinalMedula a dizer Cesariny no poema "radiograma" ..."Alegre triste meigo feroz ..."

Flankus a dizer das suas. Vai ficar ausente por uns tempos para terras tropicais.

Rafael Rodrigues (o "Leafar") em plena declamação, provavelmente a dizer umas décimas de sua autoria glosadas da quadra de Fernando Pessoa, "O poeta é um fingidor..."

A acta ganhou este aspecto e foi "secretariada" por Pedro Roque e outros.