segunda-feira, 21 de maio de 2007

Exposição de Fotografia de Pedro Roque

É já na próxima 5ª feira, dia 24 de Maio, que Pedro Roque vai expor aqui no Sol mói, os seus trabalhos fotográficos. A exposição intitulada "Busca do Vértice" será inaugurada pelas 21:30h e coincidirá com a 30ª sessão de poesias. Estão todos convidados.

29ª poesia quase calma

A vigésima nona experimentação poética seria uma das mais calminhas de todas se não fosse o !Oh.skar a despoletar uma intensa performance, improvisada e… sem palavras. De resto, a sessão contou com os tais do costume, sempre em forma, e mais uma estreia feminina. Esta aparente tranquilidade verbal pode indiciar uma sessão explosiva, porque, como disse o Ruben, “a rotina é corrosiva” e, como disse Napoleão “não há nada mais silencioso que um canhão carregado”.
A 30ª sessão está já a ser conspirada e será imprópria para cardíacos. Até lá, ficam aqui as fotos de Pedro Roque que terá também (na 30ª sessão) um especial protagonismo.



Uma vista do cenário plástico, feito por !Oh.skar, misturando quadros industrializados e sufocando o "Olá" do K!m Pr!su que poderá ser visto aqui exposto até à próxima 4ª feira.

!Oh.skar em performance utilizando materiais do cenário.

O plástico num efeito plástico.

!Oh.skar na segunda parte da performance.


Ruben a ler um artigo do JL sobre o acordo ortográfico (sempre polémico)

Paulo e espinalMedula, em duo, a interpretar uma prosa poética de temática ultramarina... Episódios que, não estando esquecidos pelos que lá estiveram, devem ser lembrados pelas novas gerações.

domingo, 20 de maio de 2007

Ginkgo Biloba sempre


Na noite de Sábado os Jinkgo Biloba Group fizeram-nos mais uma visita com um espectáculo em casa cheia. O grupo, com uma formação diferente devido à ausência do teclista, deu um show em tom de despedida, já que a Sofia vai empreender uma aventura nas terras de Vera Cruz. Foi uma noite cheia de música e boa disposição, com muita gente estreante.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Elixires poéticos e papel macio

A 28ª experiência laboratorial de palavras ditas, contou com os cientistas habituais (e algumas faltas de relevo), aplicando novas fórmulas poéticas e prosaicas, desde sonetos de Camões até ao descambamento impensamental e poções dos próprios oradores. Tudo isto misturado com elixires de Pedro Tamen, Bocage, Fernando Grade, S.M. Breyner, António Aleixo e muitos mais. O laboratório teve um cenário da autoria do !Oh.skar e foi inspirado num arraial surrealista aproveitando guardanapos e outro tipo de papeis macios, num ambiente espectacular. A acta foi secretariada por Paulo & Ca. e teve um formato diferente do habitual: ganhou a veia poética sob palavras e expressões apanhadas da atmosfera. Depois da acta… já não há mais palavras, só as fotos que restam…


O cenário macio de !Oh.skar


espinalMedula em "dei meu aproximado força pela vida ser teu dom", um impensamental romântico.


La Poetessa e Sophia M. Breyner

Maló numa voz própria em palavras próprias

Maló, à guitarra, a tocar um poema dito tim-tim por tim-tim, por... Maresia (aqui fora do enquadramento).

!Oh.skar no rescaldo da noite


As fotos são de Pedro Roque (excepto a última) aqui tratadas num critério livre.

domingo, 6 de maio de 2007

O peso da poesia

A vigésima sétima experiência poética da civilização pós-Neandhertal, visou testar com todo o rigor o efeito dos poemas no peso dos poeto-cientistas. Desta maneira, os oradores submeteram-se à intimidadora balança decimal, medindo o seu peso antes e depois da leitura das poesias. Não bastando a torturante balança, o !Oh.skar inventou uma segunda e complexíssima balança de cabos comunicantes (uma coisa de carácter surrealista), para confirmar os dados da experiência. O resultado??! Bem esse ficou no segredo da acta, lavrada pela Tânia e a Bárbara. As fotos, de Pedro Roque, dizem o resto.

O cenário-balança, totalmente interactivo, feito por !Oh.skar.
As tampas-prato-panela da balança.
António Xavier a testar a sua poesia sobre a balança.

A vez de Rafael (o Leafar) a experimentar os efeitos da poesia popular no peso.

A primeira edição do primeiro jornal impensamental "Nele soltai-vos n'O IMPENSAMENTA", com a elevada tiragem de 6 exemplares.
Marina a dizer um poema seu, com muita emoção à mistura.

A acta com multiplos sentidos de leitura.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

26º experiência poética

Muito se poderia dizer
sobre a 26ª sessão de poesia,
mas… não há palavras!
Aproveitai o que sobrou de imagens,
ohhh aproveitai
a função do nervo óptico.

O cenário feito pelo !Oh.skar. Alude ao Dia Mundial do Papel de Jornal (aqui decretado), sem esquecer a campanha do Maló "O amor és tu que passas". Decididamente o melhor cenário das 26 sessões, feito com um Expresso de 1993.

O Ti Rafael (o Leafar), visivelmente emocionado quando lhe foi oferecido o livro Cartilha Maternal de João de Deus, livro pelo qual este poeta popular aprendeu a ler e escrever.

Uma referência muito bem feita à literatura de cordel, acutalmente viva no nordeste brasileiro. Havemos de voltar a falar disso...
Joaquim com o seu geito muito próprio de escolher textos, de os escrever e de os dizer. Aqui sobre o golpe de estado no Chile em 1973.

K!m Pr!su à frente a a sua obra "Olá". O criador e a criatura em sincronia.


Maresia a ler um dos seus primeiros impensamentais. Está muito bem encaminhado.

!Oh.skar , em plena preformance, representando Nuno.

numa entrevista impensamental.



Paulo e Nelson, num duo de velhos amigos que, por acaso, se reencontraram aqui no Sol pelos mesmos motivos: a poesia. Contou-se aqui com uma estreia de valor.


La Poetessa a dizer "Janela" de Adélia Prado
Cristina a dar-nos a conhecer: Luíza Neto Jorge. Grandes poemas!

David, o secretário de castigo e, em baixo, a sua acta.


Todas as fotos foram de Pedro Roque que tiveram aqui um tratamento livre.

Espectáculo A4 Band

Pela segunda vez os A4 Band vieram ao palco do Sol mói para nos dar uma fabulosa noite de musical. Desta vez o espectáculo teve dois intervalos e acabou com um encore já perto das duas da manhã. A surpreendente prestação no primeiro espectáculo, deixou altas expectativas para este espectáculo e, consequentemente, a difícil missão do quarteto produzir um trabalho de alto nível. Tudo fácil! Essas expectativas foram satisfeitas com o profissionalismo e energia dos músicos que, não só trouxerem um novo reportório como fizeram uma viagem pelos diversos estilos musicais como o jazz, o pop e o blues. Muito bem! Qualquer dia estarão cá outra vez.

A4 Band