quinta-feira, 29 de maio de 2008

Poesia especial ao Sábado

A 55ª sessão de poesia será especial e é já no próximo Sábado pelas 16:00h

terça-feira, 27 de maio de 2008

Exposição de Ana Pinto n’O Sol Mói o Pai

Formada em Conservação e Restauro de Pintura de Cavalete e em Pintura sobre Cerâmica, Ana Pinto expõe regularmente – pintura sobre tela e sobre azulejo – desde meados da década de 1990, encontrando-se representada em colecções particulares em Portugal, Espanha, Itália, Finlândia e Estados Unidos da América.
Nesta exposição n’O Sol mói o Pai, a artista plástica apresenta 11 obras, essencialmente acrílicos sobre tela, que, numa linguagem marcadamente figurativa – por vezes usando um desenho mais definido, noutras um traço mais solto –, nos remetem, no campo temático e iconográfico, para o universo do místico e do mitológico (mitologia grega e céltica).
A exposição estará patente ao público até 21 de Junho de 2008.

Epona

Acrílico s/ tela, 80x100cm



Leda e o cisne
Acrílico e grafite s/ tela, 80x100cm

Mais uma vez, esta exposição deve-se ao dinamismo da Associação Cultural e Artística Elucid’Arte, que, desde a sua fundação, tem tido estreitas relações com O SOL mói. A Elucid’Arte tem como finalidade a melhor divulgação, valorização e preservação de bens patrimoniais e artísticos e, no seu ainda curto percurso, já conta com uma boa carteira de eventos na região de Setubal. Os seus objectivos, desenvolvidos preferencialmente na região de Setúbal, assentam por um lado no património cultural e na educação patrimonial e, por outro, nas artes plásticas e na educação artística. Visitem esta instituição em http://www.elucidarte.blogspot.com/ . Este cítio já pertence aos Divergentes do Sol, aqui na badana ao lado.

sábado, 24 de maio de 2008

Poesia La Pateu 54ª

Como previsto, foi no dia 22 que aconteceu a 54ª sessão de poesias verdes aqui no Sol. Desta vez a sessão foi quase totalmente dominada pela performance dos La Pateu Merdose. Este grupo amador do Montijo, apresentou o tema “Sofá de Ser” que propunha explorar o acto de criação no sofá ao invés da usual inércia que este objecto sugere. A performance caracterizou-se por um experimentalismo baseado em códigos contemporâneos (sonoros, visuais e performativos), primando com bons momentos de som e um cenário minimalista que fragmentava uma sequência imagens estáticas do quotidiano, projectadas sob diversos planos suspensos, resultando a sua fragmentação e consequentemente provocando um lugar irreal. No âmbito geral esta experiência pecou pela excessiva duração que diluiu um pouco a mensagem e o conceito original. Mas aqui no Sol Mói é mesmo assim: é um espaço que funciona como um laboratório onde as experiências valem sempre e só perde quem não participa ou quem não faz. A segunda parte da noite foi curta e funcionou no formato clássico de leitura de poesias, em que os oradores se apropriaram do cenário. Foi mais uma grande noite e os La Pateu estão convidados a voltar com novas experiências performo-laboratoriais.

sábado, 17 de maio de 2008

O SOFÁ DE SER


É já na próxima 5ªfeira, 22 de Maio que vai acontecer a 54ª sessão de poesias vadias com especial participação de Le Pateu Merdose que irá apresentar a performance “Sofá de Ser”. Esta performance baseia-se no conceito Sofá de Ser como um local/objecto individual que serve principalmente para a criação e para o fazer, ao invés da utilização mais usual como o local/objecto da inércia, do tele-isolamento, paradigma das sociedades ocidentais.

Com a utilização de equipamento multimédia visam formular uma apresentação sinestésica, evocando novos símbolos com novos significados.

Vindos do Montijo, este grupo de artistas irá prendar-nos com o Sofá de Ser.

sábado, 3 de maio de 2008

Oh 53ª!

A 53ª sessãO de pOesia fOi assim grandiOsa e repleta de O’s. Cheia de espíritO, e cOm Anabela a superar pictOricamente qualquer um que quisesse intervir na acta, a experiência de Os fOi digna de invOcação a musas.
COmO não pOdia deixar de ser !Oh.skar interviu numa perfOrmance em duas partes e, cOm a estreia perfOrmativa de Rui, criaram-se as teOrias dO Oh! e dO Ah! (O chamadO: Oh! Transexual), Onde O grande Rui defendeu muitO bem O seu tamanhO cOm uma interpretaçãO também ela grande.

espinalMedula lançOu a experiência de cada pessOa presente prOnunciar um Oh! á sua maneira, e O resultadO: cada Oh! Tem a génese de quem o prOnuncia, sendO que cada Oh! é único; e descObriu-se também que a cOmplexidade dO ADN dO Oh! É directamente prOpOrciOnal á experiência de vida de quem prOnuncia, Ou seja, O Oh! de Leafar fOi de factO O mais cOmplexO, que se resumiu numa lista de alcunhas de pessOas da sua terra natal.
A inspiração esteve presente em tOdOs Os pOetas e intervenientes, fazendO desta nOite um verdadeirO hinO aO Oh eternO de HOmerO e CamÕes.

A construção da acta esteve a cargo de diversos participantes entre os quais a pequena Anabela Pr!su. O Leafar também pintou, mas aqui está só a observar.

Rui e !Oh.skar em performance de comunicação OH.

A acta final 1.50x2.00m